• Domina

Meu tempo de Tinder


Eu nunca tive muito problema em separar sexo de amor. Era simples pra mim. Havia o desejo e havia o desejo de estar junto. Simples, bem diferente das minhas amigas que via a necessidade de unir as virtudes o príncipe encantado no corpo e sedução do cafajeste sedutor.


Claro que não seria nada mal encontrar um cara assim, mas isso iria contra a tudo que eu aprendi a construir sobre minha sexualidade. Agora, nestes tempos de Tinder, está ainda mais claro para mim o quanto conhecer meu corpo, minha libido, é importante para minha satisfação do meu prazer! Mas confesso que se não fosse a impessoalidade desses aplicativos, eu já teria surtado com as baladas, onde se faziam as danças do acasalamento. Que preguiça!


Eu conheci este rapaz no Tinder, todo saudável, corpo de atleta, com uma energia do tamanho da minha fome por prazer. Foi perfeito para aquela época de vida solteira que, aliás, eu soube aproveitar muito bem. No auge dos meus quase cinquenta anos, hormônios em dia, saúdes mental e física perfeitas com meu Yoga, me sentindo ótima e bem resolvida com meus tabus sexuais.


Eu gosto de tudo um pouco e minha paciência fez essa gracinha me proporcionar. Encontro marcado na AP dele (não gosto de levar ninguém para a minha). Som agradável (ele fez a lição de casa e viu minhas preferências no meu perfil), ambiente gostoso, mas ainda vestido com roupa de academia. Me fez esperar para tomar banho e me sai só de toalha, pra provocar mesmo. Dava para ver na cara dele que já estava me provocando. Mal sabia ele que eu já estava me aquecendo com meu dedinho, enquanto o espiava pela porta do banheiro entreaberta.


Enquanto ele preparava aquela salada tediosa, eu levantei, tirei minha camisa e saia em silêncio, me aproximei pelas costas dele até encostar meu corpo no dele. Enquanto desfazia o nó na toalha na cintura dele, coloquei o dedinho brincalhão na boca dele e perguntei, "gosta deste tempero"?


Ele segurou minha mão, colocou quase todos os meus dedos na boca e com a outra mão ele deu a volta no meu corpo segurando minha bunda. Já dava para sentir minha buceta pulsar, sentido a boca, o corpo e a mão dele me tocar. A primeira transa foi ali mesmo, no balcão onde ele me colocou em cima e me comeu com as pernas para o ar. Mas no resto da tarde, fui eu quem o que eu queria fazer, como eu queria sentar, como eu queria gozar. Era a minha autoestima falando para mim mesma "eu quero cansar este garoto"!


Gozei e gozei muito. Tomei um banho, vesti minha roupa, dei um selinho no rapaz e fui para minha casa, bloqueando o contato dele no aplicativo.




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