• Domina

A festa era em casa.

Fomos a uma festa de gala, um evento social importante. Gente bonita, bem arrumada, perfumes caros. Tudo muito chique para o meu gosto, mas eu a queria impressioná-la.


Cheguei antes dela, pedi um drink ao garçom, não demorou muito ela chegou. O que eu podia dizer, ela estava deslumbrante com seu vestido vermelho e seus cabelos longos.


Lábios grossos, silhueta marcada naquele corpo jovial e uns olhares provocantes, de quem não queria estar ali, a menos que fosse para me provocar.


Eu a chamei para um canto da festa. Estava louco de vontade de beijar sua boca e na primeira oportunidade que tive de ficar a sós com ela, tomei um leve empurrão. Ela olha nos meus olhos e diz: “ainda não”. Abriu sua pequena bolsa clutch e me mostra uma venda de seda vermelha e um par de algemas.


Ela já tinha uma festa em mente e eu era o convidado, mas o baile seria na minha casa. A segurei pelo pulso, puxei-a para perto do meu corpo e disse apenas ao pé do ouvido: “vem comigo”.


Fomos para casa no meu carro. Ela me provocando com sua mão em minhas pernas, puxando levemente o vestido para eu ver suas pernas, deixando a alça do vestido cair o suficiente para eu querer tirar toda a roupa dela ali mesmo.


Chegamos e a primeira coisa que ela fez foi tirar a venda da bolsa, colocar em minhas mãos e pedir para que a vendasse. Coloquei a venda em seus olhos, abri seu vestido deixando-o cair de uma só vez. Coloquei as algemas nela e a conduzi para fantasia que ela me pedira desde mais cedo na festa.

Enfim a diversão começou, os sentidos se aguçaram e não paramos mais de brindar o prazer daquela noite. Ela me conduzindo para os desejos dela, eu aguçando os prazeres e sentidos ao meu bel-prazer.



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